JOÃO SOARES LISBOA CONTRA A BONIFÁCIA: a experiência hispano-americana durante o exílio contra o “Despotismo Togal”
O artigo trata da noção de justiça de João Soares Lisboa nas edições do Correio do Rio de Janeiro de 1823 que foram redigidas da prisão, depois que seu redator retornou do exílio em Buenos Aires e era acusado de “conluio republicano”. Essas publicações são analisadas à luz do exílio como um mecanism...
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| Tipo de documento: | artigo |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) |
| Repositório: | Outros tempos |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.outrostempos.uema.br:article/914 |
| Acesso em linha: | https://www.outrostempos.uema.br/index.php/outros_tempos_uema/article/view/914 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Independencia de Brasil Justicia Prensa Independence of Brazil Justice Press Independência do Brasil Justiça Imprensa |
| Resumo: | O artigo trata da noção de justiça de João Soares Lisboa nas edições do Correio do Rio de Janeiro de 1823 que foram redigidas da prisão, depois que seu redator retornou do exílio em Buenos Aires e era acusado de “conluio republicano”. Essas publicações são analisadas à luz do exílio como um mecanismo da política liberal, da definição de João Paulo Pimenta de “experiência hispano-americana” e das categorias de “espaço de experiência” e “horizonte de expectativa” de R. Koselleck. Soares Lisboa defendia a vigilância dos cidadãos aos magistrados, assegurando uma justiça cidadã contra o “Despotismo Togal”, associada à virtude, moral e mérito. Esta concepção contribuiu para que as publicações do Correio do Rio de Janeiro fossem lidas como radicais e republicanas pelos seus coevos e seu redator como coadjuvante na independência do Brasil, agindo à sombra de Joaquim Gonçalves Ledo, visão que se perpetuou na historiografia. |
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