ENTRE A TEORIA SOCIAL E A TEORIA DA JUSTIÇA: INTERSUBJETIVIDADE, NORMATIVIDADE E VULNERABILIDADE
Este artigo pretende apresentar os motivos por trás dealgumas propostas intersubjetivistas na teoria social e na teoria dajustiça. Primeiramente, tentarei desenvolver alguns temas dafilosofia de Hegel no sentido de formular a tese de que se estabeleceaí uma relação fundamental entre teoria social e...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) |
| Repositorio: | Princípios (Natal. Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:periodicos.ufrn.br:article/7501 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.ufrn.br/principios/article/view/7501 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Hegel Filosofia política Teoria social Filosofia do Direito Teoria da justiça |
| Sumario: | Este artigo pretende apresentar os motivos por trás dealgumas propostas intersubjetivistas na teoria social e na teoria dajustiça. Primeiramente, tentarei desenvolver alguns temas dafilosofia de Hegel no sentido de formular a tese de que se estabeleceaí uma relação fundamental entre teoria social e teoria da justiça(1). Em seguida, pretendo especificar o conteúdo desta relação numargumento duplo: mostrando (a) que ela consiste, do ponto de vistada teoria social, em uma dialética entre socialização eindividualização; e (b) que esta dialética se vincula ao problema danormatividade, tornando-se relevante para a teoria da justiça (2).Em terceiro lugar, desejo mostrar que a ética do discurso projetouuma ampliação filosófico-jurídica não apenas para estabilizar atensão entre validade e facticidade, mas que também, não sendoapenas especializada em questões de justiça, assume a tarefa depensar a vulnerabilidade daquela dialética (3). Finalmente, procuromostrar como uma teoria da justiça fundada no conceitointersubjetivo de liberdade é capaz de preencher maisadequadamente esta lacuna, criando condições para uma críticaterapêutica da modernidade (4). |
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