Os telespectadores também falam: a colaboração dos cidadãos no telejornalismo carioca

A troca de informações ganhou força e velocidade mediante a publicação e transmissão via Internet e passou a deslocar a posição passiva do público para uma outra, envolvendo a sua produção e publicação de informação. Nesse contexto, veículos formatados por processos e modos de operação tradicionais...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Azevedo, Thyana Maria de
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Institución:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.bdtd.uerj.br:1/9009
Acceso en línea:http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/9009
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Journalism
Broadcast Journalism
Mediation
Visibility
Identity
Community
Telejornalismo
Mediação
Visibilidade
Identidade
Comunicação
Jornalismo
Comunidade
CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::COMUNICACAO
Descripción
Sumario:A troca de informações ganhou força e velocidade mediante a publicação e transmissão via Internet e passou a deslocar a posição passiva do público para uma outra, envolvendo a sua produção e publicação de informação. Nesse contexto, veículos formatados por processos e modos de operação tradicionais (isto é, que seguem o modelo de comunicação de mão única) abriram espaços para a participação e inclusão do cidadão na construção da programação. Num período de exaltação do cidadão na elaboração do conteúdo veiculado, é necessário indagar sobre as formas de representação no campo midiático de um, por assim dizer, discurso amador , quando veiculado e inserido no corpo da programação de emissoras tradicionais. Dessa forma, a presente dissertação coloca em debate a posição do cidadão como repórter e o que surge como uma forma de representação de cidade e sociedade na comunicação. Propõe-se a observar e analisar os sujeitos que buscam visibilidade para assuntos pessoais da cidade sob a chancela de programas de alcance estadual, como o RJTV, e a pontuar eventuais deslocamentos narrativos. Levanta, ainda, questionamentos em torno de uma proposta pedagógica de técnica e linguagem audiovisuais da parte da emissora, na superfície menos interessada em manipular vozes do que em partilhar conhecimentos, e como isso ressurge, transparece e opera no discurso (mediado) entre emissora e sujeito/espectador/produtor de informação