Uma breve história da divulgação científica : as metáforas ideacionais e o sistema de MENSAGEM na construção do discurso da ciência.
Tencionado descrever os fenômenos linguísticos responsáveis pela construção do discurso da ciência na relação entre cientista e não-cientista, este artigo apresenta o papel desempenhado pelas metáforas ideacionais (HALLIDAY, 1998) no sistema semântico de MENSAGEM relativamente à organização do discu...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2013 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFOP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufop.br:123456789/5329 |
| Acceso en línea: | http://www.repositorio.ufop.br/handle/123456789/5329 http://dx.doi.org/10.22168/2237-6321.3.3.2.9-32 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Metáfora gramatical Divulgação científica |
| Sumario: | Tencionado descrever os fenômenos linguísticos responsáveis pela construção do discurso da ciência na relação entre cientista e não-cientista, este artigo apresenta o papel desempenhado pelas metáforas ideacionais (HALLIDAY, 1998) no sistema semântico de MENSAGEM relativamente à organização do discurso (MARTIN e ROSE, 2007) da divulgação científica em Uma breve história do tempo (1988) – tradução de Maria Helena Torres para a obra de Stephen Hawking. Mais especificamente, tem por objetivo apontar a forma pela qual o sistema de MENSAGEM – responsável pela organização semântica das unidades de significado textual – emprega os potenciais de referência e expansão das metáforas ideacionais no fluxo discursivo (MARTIN e ROSE, 2007) deste tipo específico de discurso, de forma a apontar o modo como as metáforas gramaticais contribuem para a transmissão do conhecimento entre o cientista e o não-cientista. Para tanto, o corpus constituído pelo texto de Uma breve história do tempo foi analisado segundo as categorias gramaticais que operam a metaforização (HALLIDAY, 1998) e categorias semânticas da análise de tipos de texto (MARTIN e ROSE, 2007). Para a anotação e extração de padrões de análise foi utilizada metodologia advinda da Linguística de Corpus. Os resultados indicam um processo de construções metafóricas característico do discurso científico. Contudo, este é diferenciado na divulgação científica quanto ao emprego do potencial de expansão das metáforas ideacionais na reorganização das mensagens e seu papel nas ondas de informação, de forma a realizar seu contexto de produção, na relação entre o especialista e seu público alvo. |
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