Automedicação entre acadêmicos de medicina de Fernandópolis – São Paulo

Objetivos: buscou-se investigar a automedicação por acadêmicos de curso de graduação em Medicina de instituição privada e analisar possíveis variáveis relacionadas. Métodos: trata-se de um estudo transversal realizado com 320 discentes dos quatro primeiros anos do curso de Medicina da Universidade B...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Tognoli, Thais do Amaral, Tavares, Vinicius de Oliveira, Ramos, Ana Paula Domingos, Batigalia, Fernando, de Godoy, José Maria Pereira, Ramos, Rogério Rodrigo
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Centro Universitário Christus (Unichristus)
Repositorio:Journal of Health & Biological Sciences
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.unichristus.emnuvens.com.br:article/2571
Acceso en línea:https://periodicos.unichristus.edu.br/jhbs/article/view/2571
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Ciências da Saúde
Automedicação; Estudantes; Prescrição; Ciências da Saúde
automedicação
Descripción
Sumario:Objetivos: buscou-se investigar a automedicação por acadêmicos de curso de graduação em Medicina de instituição privada e analisar possíveis variáveis relacionadas. Métodos: trata-se de um estudo transversal realizado com 320 discentes dos quatro primeiros anos do curso de Medicina da Universidade Brasil, campus Fernandópolis-SP. Foi aplicado questionário validado com variáveis sociais e de consumo de medicamentos, seguido de análise estatística por regressão linear simples. Resultado: como resultado, a automedicação foi considerada uma opção em 309 dos participantes, a maioria deles do sexo feminino, idade entre 21 a 23 anos, solteiros, sem curso superior prévio, com convênio médico e conscientes de eventuais riscos à Saúde, mesmo após acesso a bulas ou a pesquisas on-line. O quadro clínico precedente à automedicação incluiu, principalmente, cefaleia e mialgia. Houve preferência por fármacos anteriormente utilizados com consumo médio (por 1 a 2 dias), principalmente de analgésicos e anti-inflamatórios. Estar mais próximo ao término do curso (p = 0,006) e possuir convênio médico (p = 0,046) se relacionaram com automedicação. Conclusão: o hábito da automedicação aumenta, gradativamente, ao decorrer da graduação, com isso, sugere-se implementação de proposta pedagógica educativa sobre esse assunto em grade curricular de cursos de Medicina.