O leitor de Cruz e Sousa: um estudo comparado das recepções críticas de sua obra
Por meio desta Tese, nos propusemos a uma pesquisa mapeadora de todas as principais etapas históricas nas quais foi recepcionada a obra do poeta simbolista brasileiro João da Cruz e Sousa (1 8611898), analisando e comparando os textos em que identificamos transformações paulatinas nas leituras crít...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal Fluminense (UFF) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da Universidade Federal Fluminense (RIUFF) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:app.uff.br:1/3680 |
| Acceso en línea: | https://app.uff.br/riuff/handle/1/3680 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Cruz e Sousa Estética da recepção Poesia Crítica Sousa, João da Cruz e, 18611898; crítica e interpretação Simbolismo (literatura) Poesia brasileira Reception theory Poetry Critic |
| Sumario: | Por meio desta Tese, nos propusemos a uma pesquisa mapeadora de todas as principais etapas históricas nas quais foi recepcionada a obra do poeta simbolista brasileiro João da Cruz e Sousa (1 8611898), analisando e comparando os textos em que identificamos transformações paulatinas nas leituras críticas do poeta ao longo do tempo, desde 1893, quando suas produções marcam o advento do Simbolismo no país, até os nossos dias, situando o “crítico” como o “efetivo leitor”, sem olvidar os acadêmicos. O ineditismo da proposta consistiu na abordagem crítica que trouxe à baila numerosos textos e trabalhos, em uma revisão de praticamente “todas” as leituras (salvo algumas produções de menor relevo), e na utilização do arcabouço teóricometodológico da Estética da Recepção, não somente através de seus principais representantes, como Hans Robert Jauss, Wolfgang Iser e Hans Ulrich Gumbrecht, mas igualmente Luiz Costa Lima, Regina Zilberman, e nas teorias de Mikhail Bakhtin, Paul Zumthor, Roland Barthes, Hugo Friedrich, Umberto Eco, dentre os demais que apontamos na Introdução. Direcionando os estudos para a recepção crítica da obra, aprofundamos a pesquisa na análise comparada, buscando compreender a progressão histórica e sociocultural, que acompanhou a evolução receptiva de Cruz e Sousa, passando pelas questões etnorraciais, e verificamos de que forma se lê, contemporaneamente, a obra do poeta catarinense. Decorrente de todo nosso percurso, embasamos teoricamente uma possível interpretação prospectiva de sua obra e realizamos nossas próprias leituras, com o intuito de poder contribuir para a iluminação de novos caminhos e fazer a diferença na renovação da forma de se interpretar a obra de Cruz e Sousa |
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