Avaliação ergonômica e exercícios laborais aplicados aos funcionários da higienização da Universidade Luterana do Brasil- ULBRA Torres
As doenças ocupacionais têm causado grandes preocupações a muitos empresários, visto que vários trabalhadores são afastados do serviço devido a lesões por esforços repetitivos (LER) e doenças osteomusculares relacionados ao trabalho (DORT). O objetivo deste trabalho é identificar e intervir na rotin...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Faculdade Social da Bahia (FSBA) |
| Repositorio: | Diálogos Possíveis |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.revista.grupofaveni.com.br:article/297 |
| Acceso en línea: | https://revista.grupofaveni.com.br/index.php/dialogospossiveis/article/view/297 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | ergonomia lesões por esforços repetitivos higienização |
| Sumario: | As doenças ocupacionais têm causado grandes preocupações a muitos empresários, visto que vários trabalhadores são afastados do serviço devido a lesões por esforços repetitivos (LER) e doenças osteomusculares relacionados ao trabalho (DORT). O objetivo deste trabalho é identificar e intervir na rotina de trabalho dos funcionários do setor de higienização da Universidade Luterana do Brasil- ULBRA Torres, observando os movimentos repetitivos e vícios posturais que dão origem as doenças ocupacionais. A metodologia utilizada foi o0 estudo transversal realizado entre julho e outubro de 2009 na ULBRA Torres. Todos os funcionários do setor responderam a um questionário de pesquisa, foram submetidos a avaliação postural avaliação do posto de trabalho e participaram de um programa de ginástica laboral por 45 dias, três vezes por semana durante 45 minutos. Ao término da intervenção os participantes responderam a um questionário de avaliação. Foi utilizada estatística descritiva, não paramétrica, Correlação Spearman – p e teste de Wilcoxon (z), com nível de significância P ≤ 0,05. Foram incluídos nove funcionários, com idade média de 36,67 ± 8,3 anos, havendo predomínio do sexo feminino (88,9%). Ao serem avaliados, todos os participantes relataram dor como queixa principal, além de cansaço e dormência. Após a intervenção, 88,9% dos participantes afirmaram não sentir mais dor, relataram melhora na disposição, na relação interpessoal, satisfação com sua função e com a empresa. Os resultados do estudo sugerem que a intervenção ergonômica e a ginástica laboral reduziram consideravelmente a queixa de dor dos funcionários, melhorando as relações interpessoais , a satisfação com sua função e a empresa. |
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