O SUBLIME EXPLICADO ÀS CRIANÇAS

Como o próprio título indica, este ensaio pretende dialogar com a recepção do sublime kantiano pela fi losofi a francesa contemporânea, sobretudo com Jean-François Lyotard. Dessa forma,ao invés de ressaltar as consequências inevitável ou sistematicamente morais do sublime kantiano, como fez, de um m...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Figueiredo, Virginia
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2011
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Trans/Form/Ação (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.www2.marilia.unesp.br:article/1154
Acceso en línea:https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/1154
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Kant. Jean-François Lyotard. Estética.
Descripción
Sumario:Como o próprio título indica, este ensaio pretende dialogar com a recepção do sublime kantiano pela fi losofi a francesa contemporânea, sobretudo com Jean-François Lyotard. Dessa forma,ao invés de ressaltar as consequências inevitável ou sistematicamente morais do sublime kantiano, como fez, de um modo geral, o comentário mais tradicional da fi losofi a crítica de Kant, este ensaio tenta interpretar o sublime como sendo essencialmente uma experiência da arte, seguindo assim de perto aquela tradição francesa. Mas, ao mesmo tempo, tomando alguma distância, este texto quer fazer uma objeção ao fundamento exclusivamente burkiano da concepção de sublime de Lyotard. Em suma, quero defender que é possível privilegiar o tempo (aspecto central do sublime de Edmund Burke, segundo Lyotard) também na experiência do sublime kantiano.