O envelhecer sensível no curta-metragem Guida
O presente estudo conecta-se à velhice a partir de leituras estéticas capazes de possibilitar a desautomatização do cotidiano, construindo e transformando a rotina sensível, quanto às possíveis fraturas estéticas e escapatórias da vida diária, tendo como norte duas obras principais: Da imperfeição,...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Significação (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/138440 |
| Acceso en línea: | https://www.revistas.usp.br/significacao/article/view/138440 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | semiotics Greimas fractures and escapes old age cinema semiótica fraturas e escapatórias velhice |
| Sumario: | O presente estudo conecta-se à velhice a partir de leituras estéticas capazes de possibilitar a desautomatização do cotidiano, construindo e transformando a rotina sensível, quanto às possíveis fraturas estéticas e escapatórias da vida diária, tendo como norte duas obras principais: Da imperfeição, de Algirdas Julien Greimas (2002) e Velhice: uma estética da existência, de Silvana Tótora (2015). Para tal compreensão da arte como potência transformadora da velhice, olha-se atentamente para o curta-metragem Guida (Rosana Urbes, 2014) e suas elaboradas estratégias narrativas enquanto inscrições e inferências de manifestações simbólicas do longeviver em suas fugas estésicas. |
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