ESTUDO DA ALTERAÇÃO ANTRÓPICA (HEMEROBIA) DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO MOURÃO – PR

As transformações da paisagem desenvolvidas por atividades antrópicas podem ocasionar inúmeros problemas como desequilíbrio nos ecossistemas, erosão de solos e assoreamento de rios. Uma das ferramentas para verificar a pressão das ações do ser humano na paisagem se dá por meio do conceito de hemerob...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Mezzomo, Maristela Moresco, Gasparini, Géssica Silva
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2016
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Paraná (UFPR)
Repositorio:Ra'e Ga (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.ufpr.br:article/43437
Acceso en línea:https://revistas.ufpr.br/raega/article/view/43437
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Hemerobia; Bacia Hidrográfica; Planjemento;
Descripción
Sumario:As transformações da paisagem desenvolvidas por atividades antrópicas podem ocasionar inúmeros problemas como desequilíbrio nos ecossistemas, erosão de solos e assoreamento de rios. Uma das ferramentas para verificar a pressão das ações do ser humano na paisagem se dá por meio do conceito de hemerobia. Neste sentido, o objetivo deste artigo é apresentar a definição de graus de dependência energética e tecnológica (hemerobia) da bacia hidrográfica do rio Mourão - PR, visando auxiliar o planejamento de ações para diminuir os riscos e impactos ambientais em relação ao solo e à água. Para isso, foram feitos a caracterização da área de estudo, o levantamento de dados e informações sobre o uso do solo e a classificação e quantificação dos graus de hemerobia utilizando a proposta de Kröker (2008). Os graus foram classificados como hemerobia mínima, muito baixa, baixa, média, alta, muito alta e máxima. A classificação da paisagem da bacia, conforme as unidades de paisagem definidas por Scipioni (2014), demonstra que três das quatro unidades possuem todos os graus de hemerobia. A análise quantitativa dos graus de hemerobia demonstra que 85,26% apresentam grau médio, composto por áreas utilizadas para agricultura, pecuária, solo exposto e áreas para futuras construções, e 7,81% representa o grau mínimo utilizado por Unidades de Conservação, Áreas de Preservação Permanente e fragmentos florestais. Esta classificação possibilitou identificar determinadas funções da paisagem, podendo assim, contribuir no planejamento e direcionamento de ações sobre o uso e a ocupação do solo.