Da espiral de violência em desproveito da mulher: submissão bíblica, religiosa, social e jurídica

Esta tese tem por fito aquilatar a violência em detrimento da mulher, no Antigo Testamento, que serviu de amálgama religioso para alijamento dela, no meio social de dominação masculina, não sem antes proceder uma abordagem da história hebraica, além da contextualização dos códigos antigos hebreus: A...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Bezerra , Luis Antônio Alves
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_GOAIS (TEDE-PUC Goiás)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ambar:tede/4073
Acceso en línea:https://tede2.pucgoias.edu.br/handle/tede/4073
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:bíblia, religião, legislação, violência, mulher, misoginia, direitos
bible, religion, legislation, violence, woman, misogyny, rights.
CIENCIAS HUMANAS::TEOLOGIA
Descripción
Sumario:Esta tese tem por fito aquilatar a violência em detrimento da mulher, no Antigo Testamento, que serviu de amálgama religioso para alijamento dela, no meio social de dominação masculina, não sem antes proceder uma abordagem da história hebraica, além da contextualização dos códigos antigos hebreus: Aliança, Deuteronômico e Levítico, com a intercalação e paradoxo da violência exercitada contra ela em cada qual dos códices veterotestamentários, que se transfundiram para todas as sociedades, até mesmo as mais modernas, no Ocidente. Contribuiu, assim, a opressão histórica feminina, pela conotação patriarcal bíblica, religiosa e social para a promulgação de leis que, notoriamente, inibiram na gênese humana o desvalor pela condição feminina. Seu recrudescimento, no contexto social, no Brasil necessitou estabelecer igualdade entre sexos, pela Constituição Federal de 1988 e punição específica pra a violência de gênero, em virtude da edição das Leis Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006), além do Feminicídio (Lei nº 13.104/2015), para amainar a intolerância androcêntrica existente na sociedade brasileira, ainda pendente de ressignificação social, para diminuição do desprezo, humilhação, monetarização e da violência doméstica, tão comum nos lares brasileiros.