Balzac e a figurabilidade: cenas de figuração e desfiguração humana
O problema que o presente estudo procurou delimitar refere-se à relação entre a escritura balzaquiana e a figurabilidade. Diferentemente das questões que se aplicam ao campo pictural, a escritura balzaquiana procura no interior de sua expressão o processo de estruturação e os modelos da produção fig...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-03122015-151237 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8146/tde-03122015-151237/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | 19th century Balzac Descriptive Descritivo Figurabilidade Figurability French novel Romance francês Século XIX |
| Sumario: | O problema que o presente estudo procurou delimitar refere-se à relação entre a escritura balzaquiana e a figurabilidade. Diferentemente das questões que se aplicam ao campo pictural, a escritura balzaquiana procura no interior de sua expressão o processo de estruturação e os modelos da produção figurativa. Ao descartar a noção de homologia, a escritura balzaquiana procura, na verdade, competir com as Artes Plásticas no intuito de conceder ao texto ficcional a mesma potencialidade visual do campo pictural. A análise, então, aproxima-se mais do trabalho de figuração presente no tecido narrativo do que da significação do objeto figurativo. Essa visada crítica corresponde ao que é proposto como um estudo da figurabilidade. O eixo de análise proposto possibilitou a abertura deste estudo à Comédie Humaine sem a obrigatoriedade de um recorte temático que implicaria a escolha de determinados romances, uma vez que no trabalho figurativo detectamos um desejo estético fundamental à poética balzaquiana. Um desejo que produz um movimento intenso, não necessariamente coeso e pronto às explorações mais radicais, como as desfigurações. Nesse espaço do texto, o traço figural, o qual se opõe ao figurativo, foi aprofundando. Tal distinção vale ressaltar que se trata de uma distinção entre figural e figurativo em relação à escritura balzaquiana compõe igualmente a discussão pretendida por este estudo. |
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