TECNOLOGIA SOCIAL E ECONOMIA SOLIDÁRIA NO DESENVOLVIMENTO DESIGUAL: LIMITES E POSSIBILIDADES

O ponto de partida deste estudo é a constatação de que o desenvolvimento capitalista é em sua natureza desigual. A desigualdade econômica e social é geograficamente identificável, seja em âmbito global ou regional. Visando participar do debate sobre as possibilidades de diminuição das desigualdades...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Garcia Santos, Nelson Afonso, Theis, Ivo Marcos
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Associação Brasileira de Estudos e Pesquisas em Moda (Abepem)
Repositorio:Revista Baru - Revista Brasileira de Assuntos Regionais e Urbanos
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.seer.pucgoias.edu.br:article/7502
Acceso en línea:https://seer.pucgoias.edu.br/index.php/baru/article/view/7502
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Desenvolvimento geográfico desigual
economia solidária
ENLOUCRESCER
tecnologia social
Descripción
Sumario:O ponto de partida deste estudo é a constatação de que o desenvolvimento capitalista é em sua natureza desigual. A desigualdade econômica e social é geograficamente identificável, seja em âmbito global ou regional. Visando participar do debate sobre as possibilidades de diminuição das desigualdades decorrentes do modo de produção capitalista, buscamos identificar, primeiramente, na bibliografia sobre o tema, aproximações entre tecnologia social e economia solidária, para, em seguida, examinar experiências de implantação de tecnologia social em âmbito local a partir da Fundação Banco do Brasil. Os dados selecionados dizem respeito à economia solidária no sul do Brasil, com especial atenção para a experiência da ENLOUCRESCER, na cidade de Blumenau. Os resultados mostraram que a Economia Solidária vem avançando no Brasil ao longo dos últimos anos, com projetos inovadores e visando contribuir para um desenvolvimento local/regional mais justo e mais sustentável. O estudo sobre a ENLOUCRESCER permitiu verificar que iniciativas locais comprovam o caso mais geral, cabendo acrescentar apenas que parte do “êxito” pode ser atribuído à Incubadora Tecnológica de Economia Solidária/FURB, junto à qual encontrou apoio e assessoria. As conclusões são de que tecnologias sociais podem minimizar desigualdades locais e regionais, contribuindo para o aumento da renda das famílias envolvidas e possibilitando-lhes acesso a produtos e serviços antes não disponíveis.