Antropologia e moral em Ludwig Feuerbach : determinação eudaimônica e autodeterminação humana

O movimento de descida da metafísica à antropologia gera uma concepção naturalizada de homem e moral. A base do homem e da moral é a natureza. A natureza se expressa nos seres como instinto. A direção única do instinto é a felicidade. O instinto de felicidade coloca a seu serviço o instinto de conse...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Lopes, Rafael Werner
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2011
País:Brasil
Institución:Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_RS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:tede2.pucrs.br:tede/2867
Acceso en línea:http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/2867
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:FILOSOFIA ALEMÃ
ANTROPOLOGIA
AUTODETERMINAÇÃO (FILOSOFIA)
FEUERBACH, LUDWIG - CRÍTICA E INTERPRETAÇÃO
ÉTICA
CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIA
Descripción
Sumario:O movimento de descida da metafísica à antropologia gera uma concepção naturalizada de homem e moral. A base do homem e da moral é a natureza. A natureza se expressa nos seres como instinto. A direção única do instinto é a felicidade. O instinto de felicidade coloca a seu serviço o instinto de conservação e o instinto de liberdade, que, em essência, liberam o instinto de um mal possível ou aparente, daquilo que nega o instinto de felicidade. Essa força do instinto forma a antropologia feuerbachiana. A passagem da antropologia à moral ocorre por intermédio da razão e da consciência. A permanência do instinto de felicidade na razão gera uma determinação eudaimônica, isto é, a determinação natural do desejo moral de felicidade. Feuerbach procurará estabelecer uma compatibilização entre determinação eudaimônica e autodeterminação humana, pois nesta última está a condição de possibilidade para todo discurso moral.