A atuação do corpo diplomático brasileiro durante a formação e consolidação da ONU durante o período de 1945 a 1950

O presente trabalho teve por objetivo pesquisar e analisar como se deu a atuação dos agentes diplomáticos brasileiros durante a formação e consolidação das Nações Unidas, compreendendo e considerando que a diplomacia é um instrumento de política externa, buscou-se apreender de que forma esse instrum...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Oliveira, Adna Gomes
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.bdtd.uerj.br:1/13533
Acceso en línea:http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/13533
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:UNO
Brazilian foreign policy
Multilateralism
ONU
Política externa brasileira
Multilateralismo
CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIA
Descripción
Sumario:O presente trabalho teve por objetivo pesquisar e analisar como se deu a atuação dos agentes diplomáticos brasileiros durante a formação e consolidação das Nações Unidas, compreendendo e considerando que a diplomacia é um instrumento de política externa, buscou-se apreender de que forma esse instrumento foi utilizado na política externa brasileira no centro de conferências da ONU. Nesse caso o instrumento é nosso objeto de estudo, para isso foi utilizado como fonte de pesquisa e metodologia análise de documentação diplomática como correspondências e relatórios, concomitantemente a isso, a revisão bibliográfica, a fim de cotejar as diversas literaturas que tratam do tema. A pesquisa abarca o contexto final da Segunda Guerra Mundial e início da Guerra Fria, verificando aspectos internos e externos da política do Brasil. Ao ser convidado a participar da Organização com as grandes potências que iriam promover o concerto internacional no Pós-guerra, o Brasil entra num estágio de planejamento e sistematização a fim de enviar, até o centro de Conferências, a representação brasileira. E em 1945, em razão da amizade com os EUA e do fato de ter ajudado no esforço de guerra, passando de neutralidade para aliado, o governo brasileiro, ainda no comando de Getúlio Vargas, nutria um interesse especial pelo restabelecimento do mundo, pois já visava a participação do Brasil nas conferências de paz do Pós-guerra. Após o convite para ser um participante da Grande Organização Mundial, o Brasil embarca, com sua representação diplomática, numa jornada de propostas e desafios para o mundo e para si mesmo.