Efeito agudo do alongamento dinâmico e estático no salto vertical em atletas adolescentes de voleibol

No cenário mundial, o voleibol é uma modalidade popular e se estabelece em alto nível de desempenho e por se tratar de uma modalidade sem contato entre os oponentes, é considerado um jogo que exige maior vigorosidade, movimentos rápidos e com inúmeros saltos em todas as direções. Para compreender me...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Botti, Matheus Rossi
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Institución:Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)
Repositorio:Repositório Institucional da Udesc
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.udesc.br:UDESC/22749
Acceso en línea:https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/22749
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Desempenho esportivo
Alongamento
Voleibol
Salto vertical
Descripción
Sumario:No cenário mundial, o voleibol é uma modalidade popular e se estabelece em alto nível de desempenho e por se tratar de uma modalidade sem contato entre os oponentes, é considerado um jogo que exige maior vigorosidade, movimentos rápidos e com inúmeros saltos em todas as direções. Para compreender melhor a mecânica do salto vertical e sua importância no voleibol, é fundamental analisar os movimentos que o compõem, bem como, estratégias que auxiliam seu desempenho. A literatura aponta que o alongamento dinâmico está relacionado a evolução da performance explosiva e o alongamento estático, quando realizado imediatamente antes da atividade física, pode diminuir a potência muscular. Este estudo tem como objetivo geral verificar o efeito agudo do alongamento dinâmico e estático no salto vertical, rigidez muscular e padrão de movimento em atletas adolescentes de voleibol. Portanto, foram desenvolvidos dois estudos, sendo o primeiro de característica teórica, com o objetivo de revisar, de forma sistemática, a literatura científica sobre os principais desfechos e intercorrências relacionados com salto vertical, alongamento estático e dinâmico e atletas de voleibol, através da identificação e seleção de artigos nas bases de dados Web of Science, Scopous, PubMed/MEDLINE, Literatura Latino-Americana do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), SPORTDiscus e Embase. Já, o segundo estudo se caracteriza como um estudo experimental cruzado, randomizado em dois braços de pesquisa, grupos A e B. Os participanetes da amostra foram 20 atletas da categoria de base do voleibol da cidade de Itajaí/SC, indivíduos maiores de 12 anos e menores de 18 anos. No grupo 1 foi realizado alongamento dinâmico e no grupo 2 alongamento estático, em que o desfecho principal foi a altura do salto vertical e a rigidez dinâmica do músculo reto femoral e semitendíneo. Como desfecho secundário, considerou-se a capacidade funcional e a qualidade do movimento. As variáveis quantitativas foram apresentadas por meio de médias e desvios-padrão. Para análise da normalidade dos dados foi aplicado o teste Shapiro-Wilk. Para análise pré-intervenção e pós-intervenção, em dois grupos não pareados, foi utilizado a ANOVA de medidas repetidas de dois fatores e seguidas de testes post hoc de Bonferroni. Foi adotado o nível de significância de 5% (p<0,05) em todos os testes. A aparente discrepância entre os resultados não significativos da ANOVA e as diferenças significativas encontradas nas comparações post-hoc pode ser atribuída às diferentes sensibilidades estatísticas dos testes aplicados, quando considerados em conjunto, sugerem que, não haja evidência estatística para efeitos principais, de interação ou da covariável idade. Estudos futuros, com maior número de participantes e métodos mais rigorosos, poderão aprofundar a compreensão dessas relações e, quem sabe, revelar novas variáveis que influenciem as respostas aos diferentes protocolos de alongamento.