ENRIQUECIMENTO AMBIENTAL COM FELINOS EM CATIVEIRO DO PARQUE DO INGÁ
Atualmente, a maioria dos zoológicos não trata adequadamente seus animais, onde o animal cativo serve apenas como exposição e com fins turísticos; não são oferecidos estímulos necessários para diminuir o tempo ocioso, doenças como estresse e obesidade e não há controle quanto à contaminação de endo...
| Autores: | , , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2009 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Centro Universitário de Maringá (UNICESUMAR) |
| Repositorio: | Repositório Digital Unicesumar |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:rdu.unicesumar.edu.br:123456789/5577 |
| Acceso en línea: | http://rdu.unicesumar.edu.br/handle/123456789/5577 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Comportamento Estresse Felinos Zoológico |
| Sumario: | Atualmente, a maioria dos zoológicos não trata adequadamente seus animais, onde o animal cativo serve apenas como exposição e com fins turísticos; não são oferecidos estímulos necessários para diminuir o tempo ocioso, doenças como estresse e obesidade e não há controle quanto à contaminação de endo e ectoparasitas. O manejo inadequado, aliado a uma má alimentação e a falta de acompanhamento veterinário, acarreta em comportamentos estereotipados; Em estudos com animais cativos, não há parâmetros a serem seguidos, pois cada animal tem personalidade e temperamento distintos, e os recintos variam de jaulas fechadas a campos abertos, influenciando no comportamento do animal. Técnicas como enriquecimento ambiental enriquecem o recinto, promovem diversificação alimentar e visam entreter o animal cativo através de brincadeiras e dificuldades propostas, podendo até estimular a reprodução. Este estudo trabalhou com os Leões (Panthera leo) e Pumas (Puma concolor) do Parque do Ingá, criando um ambiente interativo e complexo, permitindo aos animais apresentar um comportamento natural através de desafios e novidades. Foram simuladas situações que ocorreriam na natureza, oferecendo ao animal a oportunidade de escolha e controle de seu ambiente. A metodologia consistiu na utilização de caixas de papelão, coco seco, cordas de nylon e canela, estimulando os animais a se movimentar, aumentando seu período de atividade por curiosidade ou por fome. Concluí-se que as fêmeas de ambas as espécies demonstraram maior interesse ao enriquecimento ambiental e alimentar, devido ao hábito de serem as fêmeas que protegem a prole e serem mais ativas e curiosas em relação aos machos. |
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