Uma concepção de livro em "Rayuela": disseminação crítica & ficcional no discurso literário de Julio Cortázar

Esta dissertação discute uma concepção de livro em 'Rayuela' (1963), romance do escritor argentino Julio Cortázar (1914- 1984). Investiga-se o discurso literário cortazariano a partir da leitura de ensaios e resenhas desse escritor, textos nos quais aparece, de maneira incipiente, uma poét...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Davidson de Oliveira Diniz
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2009
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
Repositorio:Repositório Institucional da UFMG
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufmg.br:1843/ECAP-7S8HF7
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/1843/ECAP-7S8HF7
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:literatura argentina
Júlio Cortazar
Rayuela
Livros
Literatura latino-americana História e crítica
Análise do discurso literário
Crítica textual
Ficção argentina
Cortázar, Julio, 1914-1984 Rayuela Crítica e interpretação
Descripción
Sumario:Esta dissertação discute uma concepção de livro em 'Rayuela' (1963), romance do escritor argentino Julio Cortázar (1914- 1984). Investiga-se o discurso literário cortazariano a partir da leitura de ensaios e resenhas desse escritor, textos nos quais aparece, de maneira incipiente, uma poética do romance, a qual, posteriormente, vem a ser sobrescrita na espessura da criação ficcional rayueliana. De tudo isso, revelou-se um fluxo escritural que, ao fazer-se, se dispersa crítica & ficcionalmente propondo um espectro epistemológico em torno ao pensamento literário cortazariano, oferecendo, assim, uma textualidade capaz de compartilhar a obra através de um processo em que se entrecruzam escrita e leitura. Ao fim da articulação teórica, ressalta-se, nesse sentido, uma concepção de livro que oscila entre uma noção de totalidade literária e a dispersão sem reunião possível do saber literário pretendido, também, no campo ficcional. A proposição que regeu tudo isso, apresenta-se, por fim, com a tentativa de demonstrar como o livro, ali, é pensado todo ele de maneira a justificar tais características presentes nesse discurso literário, e não somente figurando, nele, um objeto desvinculado da criação ficcional. O livro, como veremos, é uma 'expansão da letra'.