Escritores e assassinos - urgência, solidão e silêncio em Rubem Fonseca
Esta tese pretende entender a literatura violenta de Rubem Fonseca a partir da comparação entre personagens assassinos e personagens artistas das coletâneas de contos Lúcia McCartney (1967), Feliz ano novo (1975) e O cobrador (1979). Na estrutura das narrativas são destacados os elementos \"urg...
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2011 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-30092011-162517 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8149/tde-30092011-162517/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Brazilian literature Comtemporary fiction Conto Literatura brasileira Narrativa contemporânea Rubem Fonseca Short story Violence Violência |
| Sumario: | Esta tese pretende entender a literatura violenta de Rubem Fonseca a partir da comparação entre personagens assassinos e personagens artistas das coletâneas de contos Lúcia McCartney (1967), Feliz ano novo (1975) e O cobrador (1979). Na estrutura das narrativas são destacados os elementos \"urgência\", \"solidão\" e \"silêncio\" como marcas de uma inextensão generalizada que baliza as ações dos personagens e promove uma sensação de aprisionamento no tempo presente. O universo ficcional é confrontado com o contexto histórico definido por um regime político autoritário e um processo acelerado de modernização industrial. Destaca-se nos livros analisados a busca por um narrador que possa lidar com as transições rápidas que caracterizam a atividade dos personagens, e com um tempo extenso necessário à narrativa e à reflexão sobre a violência. |
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