House M.D.: o monitoramento da vida, do crime e da doença na era da sua visualidade técnica.
Quando o corpo, a subjetividade e a doença são convertidos em informação médica, estatística e balística, em ressonâncias, contrastes, mapas e imagens, eles aparecem como novos atores e elementos dramáticos na fcção contemporânea. Nesse artigo, desenvolvemos a análise de episódios de House M.D., des...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2011 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Matrizes (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/38261 |
| Acceso en línea: | https://www.revistas.usp.br/matrizes/article/view/38261 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | House M.D. aesthetics biopower visuality estéticas biopoder visualidade |
| Sumario: | Quando o corpo, a subjetividade e a doença são convertidos em informação médica, estatística e balística, em ressonâncias, contrastes, mapas e imagens, eles aparecem como novos atores e elementos dramáticos na fcção contemporânea. Nesse artigo, desenvolvemos a análise de episódios de House M.D., destacando como essas tecnologias de visualização do corpo, monitoramentos, equipamentos de produção de evidências de toda sorte (médicas e criminais) são coatores nesses dramas. Gadgets tecnológicos e informação que ultrapassam o domínio dos especialistas e se tornam nova forma de entretenimento, transformam-se em jogos vitais, que mobilizam especialistas e amadores. Nesses jogos vemos uma gradual mudança de status do paciente ou da vitima, convertido em participador, interator, cogestor da sua doença, do seu sofrimento ou do seu crime. |
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