Além do Haiti : a quem se destina a cooperação humanitária brasileira?

Desde o início do século XXI, países emergentes têm atuado com maior vigor na cooperação humanitária, campo até então dominado pelos doadores tradicionais do Norte. Apesar da recente participação, a literatura especializada sobre a cooperação humanitária brasileira tem dado maior ênfase à atuação do...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Lima, João Antônio dos Santos
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Recursos:Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA)
Repositorio:Repositório Institucional da IPEA (RCIpea)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ipea.gov.br:11058/8206
Acesso em linha:http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/8206
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Cooperação Internacional
Ajuda Humanitária
Políticas Públicas
Cooperação internacional
Cooperação humanitária
Avaliação de políticas públicas
Descrição
Resumo:Desde o início do século XXI, países emergentes têm atuado com maior vigor na cooperação humanitária, campo até então dominado pelos doadores tradicionais do Norte. Apesar da recente participação, a literatura especializada sobre a cooperação humanitária brasileira tem dado maior ênfase à atuação do país no Haiti. Nesse sentido, este trabalho busca, mediante análise exploratória de dados, averiguar o escopo da cooperação humanitária brasileira, no período de 2007 a 2014, para além do Haiti. Empiricamente, o estudo faz uso de um banco de dados que aglomera as informações relacionadas: à forma utilizada pelo governo para prestar a cooperação humanitária; ao destinatário; aos dispêndios relacionados a cada atividade; e ao ano da ação. Do ponto de vista da revisão de literatura, o trabalho analisa o comprometimento do governo federal a partir dos apelos humanitários internacionais, a participação relativa do país com países lusófonos e com os assuntos humanitários na vizinhança, traçando um paralelo com as práticas da cooperação internacional para o desenvolvimento por outros países emergentes e por países doadores tradicionais.