Differential item functioning in the Beck depression inventory

Introdução: Diversos estudos mostram o Funcionamento Diferencial do Item (DIF) em itens do Inventário de Depressão Beck (BDI), ao compararem homens e mulheres. A presença de um grande número de itens com DIF no BDI é uma severa ameaça à validade da medida da intensidade de sintomas depressivos obtid...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Castro, Stela Maris de Jezus, Cúri, Mariana, Leotti, Vanessa Bielefeldt, Riboldi, João
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2015
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositório:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:inglês
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/118037
Acesso em linha:http://hdl.handle.net/10183/118037
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Estatística aplicada
Estatística médica
Item response theory
Differential item functioning
Intensity of depressive symptoms
Beck depression inventory
Latent trait
IRT model for embarrassing items
Descrição
Resumo:Introdução: Diversos estudos mostram o Funcionamento Diferencial do Item (DIF) em itens do Inventário de Depressão Beck (BDI), ao compararem homens e mulheres. A presença de um grande número de itens com DIF no BDI é uma severa ameaça à validade da medida da intensidade de sintomas depressivos obtida pela Teoria da Resposta ao Item (TRI) e às conclusões baseadas nos escores derivados dos itens com e sem DIF. Objetivo: Os objetivos deste estudo foram identificar esses itens do BDI, ajustar o modelo de TRI para itens constrangedores (modelo 2), o qual acomoda itens com a presença de DIF, e comparar esses resultados com os do ajuste do modelo logístico de dois parâmetros tradicional da TRI (modelo 1). Métodos: Os resultados obtidos com ambos os modelos foram comparados. Resultados: Os itens que apresentaram DIF foram: tristeza, sentimento de fracasso, insatisfações, culpa, punição, choro, fatigabilidade e perda da libido. Os resultados do ajuste dos dois modelos são similares quanto à discriminação, gravidade (à exceção dos itens com DIF) e no cálculo de escores para os indivíduos. Apesar disso, o modelo 2 é vantajoso, pois mostra as diferenças em gravidade do sintoma depressivo para os grupos avaliados, trazendo, dessa forma, mais informação ao pesquisador sobre a população estudada. Conclusão: Esse modelo, que tem um alcance mais amplo em termos de população-alvo, pode ser uma ótima alternativa na identificação e acompanhamento de indivíduos com potencial depressivo.