Senhoras da palavra: a reivindicação da voz e do corpo nas obras de Maria Teresa Horta e Ana Luísa Amaral
Maria Teresa Horta e Ana Luísa Amaral são duas autoras que constroem suas poéticas a partir de temas pouco privilegiados pelo cânone literário português. Neste trabalho, procuramos analisar alguns textos das obras Minha Senhora de Mim (1971) e Os Anjos (1983), de Maria Teresa Horta; Novas Cartas Por...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-01022018-120833 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8150/tde-01022018-120833/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Ana Luísa Amaral Feminism Feminismo Maria Teresa Horta Paródia Parody Poesia Portuguesa Portuguese poetry |
| Sumario: | Maria Teresa Horta e Ana Luísa Amaral são duas autoras que constroem suas poéticas a partir de temas pouco privilegiados pelo cânone literário português. Neste trabalho, procuramos analisar alguns textos das obras Minha Senhora de Mim (1971) e Os Anjos (1983), de Maria Teresa Horta; Novas Cartas Portuguesas (1972), de Maria Isabel Barreno, Maria Velho da Costa e Maria Teresa Horta; e Minha Senhora de Quê (1990), Vozes (2013) e Escuro (2015), de Ana Luísa Amaral, observando como a literatura de autoria feminina tende a atuar a partir de seu potencial de desconstrução de discursos não necessariamente literários já canonizados. Nesse sentido, trabalhamos com o conceito de paródia elaborado por Linda Hutcheon em Uma Teoria da Paródia (1985), a fim de perceber de que modo a reconfiguração de textos canônicos, feita pelas autoras, subverte não apenas a tradição literária, como também as estruturas sociais cristalizadas em uma sociedade patriarcal. |
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