Explicação irônica em A via crucis do corpo, de Clarice Lispector

A obra A via crucis do corpo (1974) foi destacada como obra que contrasta com os demais livros da escritora Clarice Lispector por conter textos escritos sob encomenda e abordar temas como sexo por meio de uma linguagem direta, por vezes, chocante. Para muitos críticos, o tom menor de suas narrativas...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Siqueira, Joelma Santana
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2011
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Viçosa (UFV)
Repositório:LOCUS Repositório Institucional da UFV
Idioma:português
OAI Identifier:oai:locus.ufv.br:123456789/13156
Acesso em linha:http://www.cch.ufv.br/revista/pdfs/artigo6evol11-1.pdf
http://www.locus.ufv.br/handle/123456789/13156
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Clarice Lispector
A via crucis do corpo
Narrativa contemporânea
Descrição
Resumo:A obra A via crucis do corpo (1974) foi destacada como obra que contrasta com os demais livros da escritora Clarice Lispector por conter textos escritos sob encomenda e abordar temas como sexo por meio de uma linguagem direta, por vezes, chocante. Para muitos críticos, o tom menor de suas narrativas é reconhecido pela própria escritora no primeiro texto da obra intitulado “Explicação”, pois nele se lê a seguinte justificativa: “Mas há hora para tudo. Há também a hora do lixo”. O presente trabalho detém-se neste texto propondo discutir seu lugar entre a ficção e a não-ficção.