Potencial energético de efluente em estação de tratamento de esgoto
O esgoto gerado nas grandes cidades cresce junto com o incremento da população urbana e, consequentemente, leva a um aumento dos subprodutos formados nas estações de tratamento de esgoto (ETE), em especial o lodo. Portanto, existe a necessidade de dar uma destinação a estes resíduos. Uma das alterna...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UEPG |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:tede2.uepg.br:prefix/3375 |
| Acceso en línea: | http://tede2.uepg.br/jspui/handle/prefix/3375 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | CNPQ::CIENCIAS AGRARIAS lodo de esgoto poder calorífico teor de cinzas energia alternativa biomassa calorific value ash content alternative energy biomass |
| Sumario: | O esgoto gerado nas grandes cidades cresce junto com o incremento da população urbana e, consequentemente, leva a um aumento dos subprodutos formados nas estações de tratamento de esgoto (ETE), em especial o lodo. Portanto, existe a necessidade de dar uma destinação a estes resíduos. Uma das alternativas é o uso deste material na geração de energia. Neste contexto esta pesquisa teve como objetivo estudar a viabilidade do uso do lodo gerado na ETE Rio Verde, situada em Ponta Grossa (PR), como combustível. As amostras foram coletadas em dois pontos da estação de tratamento: no leito de secagem (LS) e após decanter (DEC). O lodo foi caracterizado em relação ao potencial energético (poder calorífico superior), composição, teor de água e cinzas. Para a obtenção do poder calorífico superior (PCS) foi utilizada uma bomba calorimétrica. Os valores obtidos, em média, de PCS foram entre 13.560 (DEC) e 11.490 (LS) kJ kg-1 , dependendo do teor de água, que por sua vez apresentou valores numa faixa entre 52% (LS) a 75% (DEC) em massa. Para obtenção do teor de cinzas realizou-se pirólise do lodo nas temperaturas de 600ºC e 900ºC, resultando, em ambas as temperaturas, cerca de 15%, em massa, de cinzas. As cinzas apresentaram composição majoritária de óxidos de silício, alumínio e ferro. O teor de cinzas gerado na queima do LS e DEC, numa mesma temperatura, não variou significativamente. A partir dos resultados obtidos, conclui-se que a queima do lodo pode ser utilizado para a geração de energia como combustível. |
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