Avaliação ultra-estrutural do endotélio corneal de ratos normais e de diabéticos aloxânicos

O objetivo do estudo foi avaliar a influência do diabetes experimental sobre a ultra-estrutura do endotélio corneal de ratos. O estudo foi prospectivo, utilizando 20 ratos da raça Wistar, com 3 meses de idade, divididos em: grupo controle (GC), contendo 10 ratos, e grupo diabético (GD), contendo 10...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Martins, Luís Carlos [UNESP]
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2002
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/88910
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/11449/88910
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Cornea - Avaliação - Estudos experimentais
Corneal endothelium
Descripción
Sumario:O objetivo do estudo foi avaliar a influência do diabetes experimental sobre a ultra-estrutura do endotélio corneal de ratos. O estudo foi prospectivo, utilizando 20 ratos da raça Wistar, com 3 meses de idade, divididos em: grupo controle (GC), contendo 10 ratos, e grupo diabético (GD), contendo 10 ratos. A indução do diabetes foi feita com injeção de Aloxana endovenosa 42 mg/kg de peso (M0), após o que os animais foram observados por 15 dias para confirmar a presença de diabetes grave (M1). Um mês após M1 (M2) e 12 meses após M1 (M3) os animais foram sacrificados, sendo removidos e preparados os olhos para avaliação à microscopia eletrônica de transmissão. Os animais do GD mostraram importante redução de peso, aumento da injestão hídrica e aumento da diurese em relação aos ratos do GC. Na avaliação morfológica observou-se nos animais do GC corpos densos e figuras de Mielina no M3. Os ratos do GD apresentaram as mesmas alterações encontradas no GC em M3, em maior intensidade, com alterações nucleares e citoplasmáticas, como mitocôndrias bastante alteradas na forma e tamanho, rarefação do citoplasma e aumento de vesículas. Os ratos do GD em M3 apresentaram mais alterações que os do GDM2. Conclui-se que o diabetes experimental causa dano ultra-estrutural no endotélio corneal de ratos e que as alterações são evolutivas.