URBANIZAÇÃO EXTENSIVA NA AMAZÔNIA BRASILEIRA E FORMAÇÃO DO MOVIMENTO INDÍGENA

Tendo como referência o surgimento e fortalecimento dos movimentos indígenas, principalmente a partir da década de 1970, nosso trabalho visa compreender suas modificações e interações com a sociedade urbana, até o ponto onde essa distinção poderia ser feita, a partir da teoria de “Urbanização Extens...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Vieira, Renata Guimarães, Almeida, Ian Coelho de Souza
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Maranhão (UFMA)
Repositorio:Revista de Políticas Públicas (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.periodicoseletronicos.ufma.br:article/4832
Acceso en línea:https://periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/rppublica/article/view/4832
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Urbanização Extensiva
Movimentos Indígenas
Cultura
304
332
Descripción
Sumario:Tendo como referência o surgimento e fortalecimento dos movimentos indígenas, principalmente a partir da década de 1970, nosso trabalho visa compreender suas modificações e interações com a sociedade urbana, até o ponto onde essa distinção poderia ser feita, a partir da teoria de “Urbanização Extensiva” de Roberto Luís Monte-Mór. Essa visão, que envolve a expansão do tecido urbano, nos é muito esclarecedora, assim como a ideia da distinção entre “cultura” e cultura, de Manuela Carneiro da Cunha, que nos auxilia no entendimento da relação do povo indígena com o modelo de organização política trazido pela expansão do tecido urbano. Partindo desse arcabouço teórico, utilizamos as especificidades da construção do movimento de mulheres dentro das comunidade indígenas para exemplificar as contradições trazidas pelo avanços do Estado sobre territórios indígenas.