Eletrical conductivity and deterioration of soybean seeds exposed to different storage conditions

Pesquisas com sementes de soja têm revelado que os resultados do teste de condutividade elétrica podem ser influenciados pela temperatura de armazenamento, especialmente as mais baixas, como 10ºC, sugerindo que a deterioração da semente a baixas temperaturas de armazenamento parece não estar relacio...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Panobianco, Maristela, Vieira, Roberval Daiton [UNESP]
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2007
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/3302
Acceso en línea:http://dx.doi.org/10.1590/S0101-31222007000200013
http://hdl.handle.net/11449/3302
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Glycine max
Vigor
Physiological quality
Qualidade fisiológica
Descripción
Sumario:Pesquisas com sementes de soja têm revelado que os resultados do teste de condutividade elétrica podem ser influenciados pela temperatura de armazenamento, especialmente as mais baixas, como 10ºC, sugerindo que a deterioração da semente a baixas temperaturas de armazenamento parece não estar relacionada diretamente com a perda da integridade das membranas celulares. Este trabalho foi conduzido com sementes de dois cultivares de soja objetivando: a) estudar o efeito de diferentes temperaturas de armazenamento (10ºC; 20ºC; 25ºC; 20/10ºC e 25/10ºC) sobre os resultados do teste de condutividade elétrica; b) observar o comportamento dos ácidos graxos e carboidratos durante o armazenamento e estudar sua relação com os resultados do teste de condutividade elétrica. A cada três meses, num total de 18 meses de armazenamento, a qualidade fisiológica das sementes foi avaliada pelos testes de germinação, envelhecimento acelerado e condutividade elétrica. O teste de condutividade elétrica não mostrou ser um indicador eficiente do processo de deterioração de sementes armazenadas a baixas temperaturas, também não foi observada nenhuma relação direta entre as mudanças nos ácidos graxos, nos carboidratos e no comportamento do referido teste, para sementes armazenadas a 10ºC.