Coesão referencial e ensino: histórico, aplicações e propostas
O objetivo deste trabalho é, depois de trinta e cinco anos da publicação de Cohesion in English, de Halliday e Hasan, analisar como se dá a relação entre a exposição do tema da coesão textual nos livros didáticos e na produção textual dos alunos. Para tanto, apresentamos, de início, três abordagens...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2011 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/93994 |
| Acesso em linha: | http://hdl.handle.net/11449/93994 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Linguística Coesão (Linguistica) Ensino Coesão referencial Linguística textual Referencial cohesion Text linguistics Teaching |
| Resumo: | O objetivo deste trabalho é, depois de trinta e cinco anos da publicação de Cohesion in English, de Halliday e Hasan, analisar como se dá a relação entre a exposição do tema da coesão textual nos livros didáticos e na produção textual dos alunos. Para tanto, apresentamos, de início, três abordagens distintas sobre a coesão textual: a de Halliday e Hasan, ancorada na noção de registro; a de Beaugrande e Dressler, que toma a coesão textual como um requisito para a construção do texto; e a de Ingedore Koch, que vê a coesão como ferramenta para o avanço informacional e argumentativo do texto. Considerando a preocupação tradicional que os livros didáticos dispensam à chamada coesão sequencial (emprestando o termo de Ingedore Koch), conferindo exclusivamente a ela o papel de organizadora das relações de significado do texto, voltamo-nos para o tratamento dado para a coesão referencial, responsável, inicialmente, por estruturar a rede de identificação e recuperação de elementos dentro de um texto. O que pudemos constatar, ao analisar livros didáticos e um corpus com redações de alunos de ensino médio, é que há disparidade entre a abordagem oferecida pelos livros, focados excessivamente no aspecto textual da coesão referencial, cuja função seria, unicamente, evitar repetições, e a produção dos alunos que, como pudemos notar, é estruturalmente bem formada, mas carece do valor argumentativo que os mecanismos de coesão referencial podem oferecer. Considerando os problemas levantados nos dois lados da questão, propomos, ao final, nossa colaboração para uma abordagem argumentativa dos mecanismos de coesão referencial no ambiente escolar |
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