FAÇO SENTIDO; LOGO, APRENDO: AS PROPRIEDADES DO SENSEMAKING NA APRENDIZAGEM EXPERIENCIAL

Os estudos sobre sensemaking ainda têm atraído muitos pesquisadores, sobretudo nas pesquisas de paradigma interpretativista na área de estudos organizacionais. No tocante à Teoria da Aprendizagem Experiencial, Kolb (1984) sugere que as teorias racionalistas e outras teorias cognitivistas tendem a da...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Garcia, Adrianne, Montenegro, Ludmilla Meyer
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Recursos:Sociedade Brasileira de Estudos Organizacionais (SBEO)
Repositorio:Revista Brasileira de Estudos Organizacionais
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:rbeo.emnuvens.com.br:article/242
Acesso em linha:https://rbeo.emnuvens.com.br/rbeo/article/view/242
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Estudos Organizacionais
Sensemaking. Aprendizagem Experiencial. Reflexividade.
Descrição
Resumo:Os estudos sobre sensemaking ainda têm atraído muitos pesquisadores, sobretudo nas pesquisas de paradigma interpretativista na área de estudos organizacionais. No tocante à Teoria da Aprendizagem Experiencial, Kolb (1984) sugere que as teorias racionalistas e outras teorias cognitivistas tendem a dar importância primordial à aquisição, manipulação e uso de símbolos abstratos, enquanto teorias comportamentais negam qualquer papel da consciência à experiência subjetiva no processo de aprendizado, o que tem levado à construção de uma imagem incompleta de como se dá a aprendizagem. O presente estudo tem como objetivo contribuir para a construção dessa imagem, entendendo o lugar do sensemaking no processo de aprendizagem experiencial, tendo em vista que as propriedades do sensemaking guardam relação com a teoria Kolbiana.