Envelopes de Estrelas Supergigantes B[e] nas Nuvens de Magalhães
As estrelas Supergigantes B[e] (sgB[e]) são estrelas raras, massivas e pós-Sequência Principal. Sua relação evolutiva com os outros tipos de objetos do diagrama H-R ainda é desconhecida. Essas estrelas possuem um material circunstelar não-esfericamente simétrico, gerando assim, uma polarização líqui...
| Author: | |
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| Format: | master thesis |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2015 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repository: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-05022024-151632 |
| Online Access: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/14/14131/tde-05022024-151632/ |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Circumstellar matter Espalhamento Estrelas: ventos e Outflows Matéria Circunstelar Outflows Polarização Polarization Radiative transfer Scattering Stars: winds Supergiants Supergigantes Transferência radiativa |
| Summary: | As estrelas Supergigantes B[e] (sgB[e]) são estrelas raras, massivas e pós-Sequência Principal. Sua relação evolutiva com os outros tipos de objetos do diagrama H-R ainda é desconhecida. Essas estrelas possuem um material circunstelar não-esfericamente simétrico, gerando assim, uma polarização líquida na luz observada destes objetos. O objetivo deste trabalho é estudar a estrutura dos envelopes de cinco sgB[e] nas Nuvens de Magalhães, utilizando dados espectropolarimétricos. A espectropolarimetria é uma poderosa ferramenta para mapear a estrutura do envelope, já que os fenômenos de emissão, absorção e espalhamento ficam impressos no espectro da polarização. Desses dados é possível entender, por exemplo, onde as linhas de Balmer são formadas no envelope e em que condições. Outro exemplo é que, dos diagramas Q-U ao longo das linhas, é possível obter informações sobre a geometria do sistema. Obtivemos dados com o telescópio Blanco de 4m em Cerro Tololo e o VLT/UT1 de 8.2m do Observatório do Paranal (ESO). Para a redução dos dados foram utilizadas rotinas do software IRAF e o pipeline GASGANO. Fizemos um modelo detalhado para R82, uma sgB[e] na Grande Nuvem de Magalhães. O modelo foi feito usando o código HDUST, que usa o Método de Monte Carlo para a transferência radiativa. Com isso, pudemos estimar: ângulo de abertura do disco, a geometria da região gasosa relativa à da região de poeira e a densidade circunstelar de gás e poeira. |
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