Polimorfismo da ACE2 e a Influência na Suscetibilidade frente à COVID-19 / ACE2 Polymorphism and the Influence on Susceptibility to COVID-19

COVID-19 é a doença infecciosa causada pelo coronavírus descoberto mais recentemente, o SARS-CoV-2. O vírus liga-se aos receptores da enzima conversora de angiotensina 2 (ACE2) e outras estruturas da célula hospedeira para iniciar a infecção. Esta revisão narrativa buscou evidências da possível rela...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Reser, Marcelo Rodrigues
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz)
Repositorio:Revista Veras
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/36333
Acceso en línea:https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/36333
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:ACE2
COVID-19
polimorfismo genético.
Descripción
Sumario:COVID-19 é a doença infecciosa causada pelo coronavírus descoberto mais recentemente, o SARS-CoV-2. O vírus liga-se aos receptores da enzima conversora de angiotensina 2 (ACE2) e outras estruturas da célula hospedeira para iniciar a infecção. Esta revisão narrativa buscou evidências da possível relação entre polimorfismo do gene ACE2 e a suscetibilidade dos indivíduos frente à infecção por SARS-CoV-2. A seleção dos trabalhos científicos utilizou a base de dados PubMed, as palavras-chave (DeCS/MeSH) e critérios de inclusão específicos. Resultado da busca: 100 trabalhos, 46 excluídos. Após leitura crítica, 23 trabalhos contrários à relação polimorfismo-suscetibilidade argumentam que, apesar do polimorfismo afetar a estrutura e função da ACE2, não há fortes evidências para que seja estabelecido um vínculo entre o adoecimento por COVID-19 e um padrão de expressão gênica. Os 31 trabalhos que defendem a existência da relação polimorfismo-suscetibilidade, encontraram associação ao maior risco de hospitalização e desenvolvimento de lesão pulmonar, sintomas neurológicos e comorbidades. Resultados estes obtidos a partir de bancos de dados genéticos, amostras populacionais e simulações computacionais. Considerando as contribuições dos trabalhos publicados até o momento, torna-se necessária uma investigação genética de maior escala fim de se encontrar evidências consistentes.