a problemática do colóquio: práticas de discussão desde a perspectiva filosófica na escola primária e secundária: desafios e especificidades
Este colóquio foi organizado em parceria com o Bureau des Innovations de la Direction de l’Enseignement Scolaire e os coordenadores acadêmicos das academias de Montpellier, Caen e Créteil. A Inspeção Geral de Filosofia foi convidada a assistir e a intervir nos trabalhos a partir do momento em que os...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2012 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) |
| Repositorio: | Childhood & Philosophy (Rio de Janeiro. Online) |
| Idioma: | francés |
| OAI Identifier: | oai:ojs.www.e-publicacoes.uerj.br:article/20481 |
| Acceso en línea: | https://www.e-publicacoes.uerj.br/childhood/article/view/20481 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Philosophie Éducation primaire et secondaire Politiques d'éducation Enjeux Canada |
| Sumario: | Este colóquio foi organizado em parceria com o Bureau des Innovations de la Direction de l’Enseignement Scolaire e os coordenadores acadêmicos das academias de Montpellier, Caen e Créteil. A Inspeção Geral de Filosofia foi convidada a assistir e a intervir nos trabalhos a partir do momento em que os promotores dessa inovação reivindicam o qualificativo de "filosofia". Este é um momento importante na reflexão coletiva sobre uma inovação francesa recente: as novas práticas de troca que demandam a filosofia na escola primária e secundária. E isto envolve alguns desafios. Por desafio compreendemos aquilo que, em uma atividade humana, desempenha um papel importante e urgente em diferentes níveis e para diversos atores. Desde o meu ponto de vista, há pelo menos seis desafios para as novas práticas de ordem filosófica na escola primária e secundária que fazem com que o papel do professor se torne mais complexo: O desafio linguístico: que repousa fundamentalmente sobre práticas de oralidade. O desafio psicológico: a questão da construção da identidade, a confiança na sua própria possibilidade de pensar deve ser periodicamente reafirmada. O desafio político: a escola política republicana se atribui, explicitamente, a missão de preparar, por meio de seu ensino, o futuro cidadão. O desafio ético: desenvolver em sala de aula a prática educativa de uma ética de discussão fundada sobre o respeito ao outro. O desafio cognitivo: de ordem reflexiva cuja finalidade é ensinar as crianças a "pensar por si mesmas." E, finalmente, o desafio para a própria filosofia e seu ensino. Estas práticas colocam questões para a própria filosofia em si mesma, e sua didática. É a própria dimensão filosófica destas práticas que lhes confere sua especificidade. Trata-se de uma inovação porque a filosofia só faz parte do programa na última séria do ensino médio, e falar dela desde o nível do jardim de infância é uma ruptura profunda com a tradição do ensino filosófico francês. |
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