Desenvolvimento de compósitos PEAD utilizando como carga um polímero biodegradável: quitosana.

Fibra de quitosana, a segunda fibra natural mais abundante depois da celulose, e atoxica, biodegradável e biocompatível e pode ser útil como agente de reforço para aumentar o desempenho mecânico e térmico de compósitos poliméricos. Contudo, esta fibra não e tao difundida como as fibras sintéticas po...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: SILVA, Poliana dos Santos.
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2013
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:dspace.sti.ufcg.edu.br:riufcg/7884
Acceso en línea:https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/7884
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Compósitos
PEAD
Quitosana
Cristalização
Polietileno de Alta Densidade
Polietileno de Baixa Densidade
Polímero Natural
Chitosan
Composites
Crystallization
High Density Polyethylene
Low Density Polyethylene
Natural Polymer
Descripción
Sumario:Fibra de quitosana, a segunda fibra natural mais abundante depois da celulose, e atoxica, biodegradável e biocompatível e pode ser útil como agente de reforço para aumentar o desempenho mecânico e térmico de compósitos poliméricos. Contudo, esta fibra não e tao difundida como as fibras sintéticas por vários fatores, por exemplo, a matriz ideal para reforço e o teor de carga, os quais são desconhecidos. Neste estudo, compósitos de polietileno de alta densidade PEAD/quitosa foram preparados pelo processo de fusão em um misturador interno (Haake Rheomix 600) do reômetro de torque Haake. Os efeitos do teor de quitosana e da compatibilização do compósito, com polietileno modificado com anidrido maleico (PE-g-MA), na processabilidade, morfologia, propriedades térmicas e mecânicas foram avaliados. Os dados de processabilidade mostraram que houve um aumento aproximadamente linear do torque com o teor de carga e que a presença de quitosana não contribui para a degradação da matriz de PEAD, mesmo com o teor máximo de 25% de quitosana analisado. Conforme dados de calorimetria exploratória diferencial (DSC), as transições térmicas e a cristalinidade do PEAD não foram alterações significativas com o teor de quitosana ou com compatibilização do compósito. A analise termogravimétrica demonstra que a estabilidade térmica do PEAD diminuiu com a incorporação da quitosana. A compatibilização dos compósitos e o teor de quitosana não provocaram mudanças expressivas na morfologia, na resistência a tração e no modulo elástico do PEAD. Por outro lado, o alongamento na ruptura foi drasticamente reduzido.