Crescimento Urbano e Hidrografia: dinâmicas morfológicas e articulação à paisagem natural.
A dinâmica do crescimento urbano tem sido recorrente objeto de estudo para compreensão dos sistemas configuracionais do ambiente urbano, onde o crescimento externo associado à descontinuidade espacial e à fragmentação morfológica tem sido fatores associados prioritariamente ao comprometimento da efi...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2010 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFPel - Guaiaca |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:guaiaca.ufpel.edu.br:prefix/5035 |
| Acceso en línea: | http://guaiaca.ufpel.edu.br/handle/prefix/5035 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ARQUITETURA E URBANISMO Arquitetura e Urbanismo Crescimento urbano Morfologia urbana Modelagem urbana Hidrografia Recursos hídricos Urban growth Urban morphology Urban modeling Hydrography water resources |
| Sumario: | A dinâmica do crescimento urbano tem sido recorrente objeto de estudo para compreensão dos sistemas configuracionais do ambiente urbano, onde o crescimento externo associado à descontinuidade espacial e à fragmentação morfológica tem sido fatores associados prioritariamente ao comprometimento da eficiência da forma urbana. Entretanto, a paisagem natural que de suporte à expansão urbana configura um campo de irregularidades e diferentes resistências à conversão urbana, contribuindo na formação de falhas e influenciando na sua configuração morfológica emergente. Este trabalho procura identificar relações entre a morfologia urbana e a paisagem natural, decorrentes do crescimento urbano articulado à escala da hidrografia. Inicialmente abordagens teórica e empírica procuram identificar como questões da hidrografia podem influenciar na dinâmica do crescimento urbano, indicando as linhas de drenagem dos recursos hídricos como pontos de convergência espaço-temporal entre a atratividade urbana e interesse do ambiente natural. Núcleos urbanos têm origem prioritariamente sobre terraços divisores de água, onde o crescimento externo ocorre em espaços imediatamente adjacentes, até se deparar com os recursos hídricos onde a continuidade da produção espacial é restrita. A partir destes locais a conversão urbana passa a ocorrer em áreas além das linhas de drenagem, surgem urbanizações remotas que replicam os critérios de localização inicial. Configura-se na escala espacial da paisagem definida pela hidrografia uma dinâmica morfológica do crescimento que alterna movimentos de compactação e fragmentação da forma urbana. Esta dinâmica de crescimento urbano está implementada em recursos de modelagem urbana do Simulador do Ambiente da Cidade – SACI, de modo a abstrair o enunciado teórico a partir da lógica dos autômatos celulares e da teoria dos grafos, possibilitando a validação a partir da realidade empírica para o caso Pelotas [1815-1965]. Percorridas abordagens empíricas, teóricas e metodológicas, com enquadramento de base sistêmica, os resultados do trabalho podem ser replicados em futuras simulações do crescimento urbano com especial atenção às relações entre a forma urbana e os atributos da paisagem natural. |
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