Avaliação comparativa entre queiloscopia forense e dactiloscopia com a utilização de reveladores em pó comercial e alternativo / Comparative evaluation between forensic cheiloscopy and dactyloscopy with the use of commercial and alternative powder developers
Objetivo - Avaliar e comparar a aplicabilidade do método de queiloscopia forense perante a dactiloscopia forense, para a análise de impressões labiais e digitais latentes. Métodos - Desenvolvido a partir da coleta de 60 impressões pertencentes a acadêmicos de odontologia da Universidade Estadual de...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz) |
| Repositorio: | Revista Veras |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/45013 |
| Acceso en línea: | https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/45013 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | odontologia legal dermatoglifia antropologia forense. |
| Sumario: | Objetivo - Avaliar e comparar a aplicabilidade do método de queiloscopia forense perante a dactiloscopia forense, para a análise de impressões labiais e digitais latentes. Métodos - Desenvolvido a partir da coleta de 60 impressões pertencentes a acadêmicos de odontologia da Universidade Estadual de Maringá. Destes, 10 foram incluídos no grupo controle e 50 tiveram seus dados dactiloscópicos e papiloscópicos registrados, constituindo um registro prévio. Uns subgrupos de 40 participantes tiveram suas impressões labiais e digitais latentes aleatórias demarcadas em uma superfície de vidro. Foram testadas duas substâncias reveladoras nas impressões latentes, sendo o pó volcano (SIRCHIE®) e uma mistura de carvão e tinta de tonner na proporção de 3/1 (pó alternativo). Após a revelação as impressões foram catalogadas, fotografadas e analisadas morfologicamente. Resultados - A revelação com pó volcano não foi eficaz na superfície testada, enquanto o pó carvão/tonner revelou parcialmente as impressões. Com a metodologia empregada não foi possível atestar a queiloscopia como método primário de identificação forense. Entretanto a análise das impressões digitais também não se mostrou eficaz para identificar todos os indivíduos. Conclusão - Os métodos utilizados não atestam a queiloscopia como um método de identificação primário. Sugere-se a realização de novos estudos, utilizando materiais e superfícies diferentes. |
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