Percussão orquestral brasileira: problemas editoriais e interpretativos
O objetivo deste trabalho é ajudar a solucionar alguns dos problemas interpretativos encontrados nas partes de percussão da música sinfônica brasileira. Rica em timbres e ritmos, essas partes podem trazer dúvidas que vão desde a nomenclatura dos instrumentos a assuntos editoriais ou ainda de naturez...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2009 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-20102009-133729 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27157/tde-20102009-133729/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Brasileira Brazilian Edição Edition Interpretação Interpretation Orchestral Orquestral Percussão Percussion |
| Sumario: | O objetivo deste trabalho é ajudar a solucionar alguns dos problemas interpretativos encontrados nas partes de percussão da música sinfônica brasileira. Rica em timbres e ritmos, essas partes podem trazer dúvidas que vão desde a nomenclatura dos instrumentos a assuntos editoriais ou ainda de natureza técnica. Foi selecionado um número delimitado de obras de diferentes compositores, especialmente apropriadas para um profundo estudo dessas dificuldades. Quando necessário, os manuscritos originais foram consultados, assim como fontes que tiveram acesso direto aos compositores, na procura de suas reais intenções e assim ajudar a esclarecer as dúvidas surgidas. Esta análise, associada à experiência na execução e gravação dessas e outras obras, ajudaram a levar a conclusões importantes quanto ao uso e notação do vasto arsenal dos instrumentos de percussão convencionais ou não que inclui a revisão de partes existentes e a solução de problemas de nomenclatura e performance encontrados em obras de Antônio Carlos Gomes, Mozart Camargo Guarnieri, César Guerra-Peixe, Francisco Mignone, Claudio Santoro, Rubens Ricciardi e Heitor Villa-Lobos. |
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