A interculturalidade e as intempéries de Chronos e Kairós: sobre tempos indígenas e não indígenas na universidade.
Diferentes temporalidades se encontram, (entre)laçam, e (re)criam sentidos, bem como conflitos no mesmo espaço. Nas amarras e mazelas tempo-culturais sobre indígenas e não indígenas se estabelece uma relação a qual é abordada a partir de deuses da mitologia grega, Chronos e Kairós, tecendo leituras...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Comunitária da Região de Chapecó (UNOCHAPECÓ) |
| Repositorio: | Revista Pedagógica (Chapecó. Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.pegasus.unochapeco.edu.br:article/2918 |
| Acceso en línea: | https://bell.unochapeco.edu.br/revistas/index.php/pedagogica/article/view/2918 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Museu Musealização Néstor García Canclini Expografia |
| Sumario: | Diferentes temporalidades se encontram, (entre)laçam, e (re)criam sentidos, bem como conflitos no mesmo espaço. Nas amarras e mazelas tempo-culturais sobre indígenas e não indígenas se estabelece uma relação a qual é abordada a partir de deuses da mitologia grega, Chronos e Kairós, tecendo leituras e análises sobre como essas tonalidades culturais propõem novos desafios para o cenário da universidade. Nesse sentido, o presente artigo aborda as intempéries e as temperanças interculturais com incidências das marcas de indígenas e não indígenas, as quais possibilitam alvitrar a transgressão de fronteiras. Com essa perspectiva, entende-se de forma global, que o tempo escorre e revela-se Chronos, o qual minimiza a práxis coletiva, e concomitante ao ritmo, nas vivências da academia, instiga a tentativa de imposição temporal aos indígenas, os quais fazem parte, em muitos momentos, do tempo Kairós, que se descompassa com a cultura orientada pelo relógio. |
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