Influência da vitamina D sérica na adiponectina, visfatina e resistina nas alterações histológicas no fígado de pacientes com doença hepática gordurosa não alcoólica

A doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA) é um conjunto de desordens caracterizado pela esteatose macrovesicular no consumo de álcool insuficiente para causar lesão hepática. A disfunção do tecido adiposo e a alteração no padrão de citocinas têm de destacado no desenvolvimento da doença, esp...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Cavallari, Karelin Alvisi [UNESP]
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2016
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/137757
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/11449/137757
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Doença hepática gordurosa não alcoólica
Adiponectina
Visfatina
Resistina
Vitamina D
Visfatin
Non-alcoholic fatty liver disease
Adiponectin
Resistin
Vitamin D
Descripción
Sumario:A doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA) é um conjunto de desordens caracterizado pela esteatose macrovesicular no consumo de álcool insuficiente para causar lesão hepática. A disfunção do tecido adiposo e a alteração no padrão de citocinas têm de destacado no desenvolvimento da doença, especialmente a adiponectina, visfatina e resistina. Além disso, a vitamina D parece modular a expressão de citocinas, podendo influenciar o desenvolvimento da doença. O objetivo do presente estudo foi avaliar a associação das alterações histológica com a concentração sérica de adiponectina, visfatina, resistina e vitamina D em pacientes com DHGNA. Foram recrutados 82 pacientes com DHGNA. Foi realizada anamnese clinica e nutricional, avaliação antropométrica e de composição corporal, consumo alimentar, biomarcadores da DHGNA, dosagens séricas de adiponectina, visfatina, resistina, 25hidrovitamina D e biópsia hepática em todos os pacientes no intervalo de no máximo 3 meses. Foi observado na amostra 83% dos pacientes do sexo feminino, maioria branco,s 79% sedentários e 96% obesos. Verificamos associação da adiponectina como fator protetor para fibrose (OR:0,88; 95% CI0,78-1; p=0,05) e da visfatina como fator de risco para fibrose perisinusoidal (OR:2,66; 95% CI:1,3-5,44; p=0,007) e fibrose (OR:2,96; 95% CI1,19-7,35; p=0,02). Em relação à VD, observamos a presença de hipovitaminose D em 60% dos pacientes; com influência da concentração sérica de VD na visfatina como fator de proteção para apresentar EHNA (OR: 0,84; 95% CI:0,73-0,979; p=0,025) e na resistina como risco para apresentar inflamação lobular (OR:1,13; 95% CI:1-1,28; p=0,051). As adipocinas estão associadas às diferentes alterações histológicas que caracterizam a DHGNA. O aumento da concentração sérica de adiponectina está associado à redução de fibrose na biopsia hepática. O aumento da concentração sérica de visfatina está associado ao aumento da fibrose perisinusoidal e fibrose na biópsia hepática. A vitamina D influencia a visfatina de modo a proteger o aparecimento de EHNA. Com relação à resistina, a vitamina D influenciou maior aparecimento de inflamação lobular. Desta forma, a vitamina D influencia de modo diferente as adipocinas nos achados histológicos da DHGNA.