O ecossistema recifal de Serrambi (Nordeste do Brasil): biomassa fitoplanctônica e parâmetros hidrológicos.

O ecossistema recifal de Serrambi, situado no litoral sul de Pernambuco, encontra-se constituído por recifes de arenito do tipo franja. A área recifal se destaca pela elevada produtividade, biodiversidade, pesca artesanal e atividades recreativas. Buscando avaliar as condições ambientais, analisou-s...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Jales, Marina Cavalcanti, Feitosa, Fernando Antônio do Nascimento, Koening, Maria Luise, Bastos, Rafaella Brasil, Machado, Raquel Correia de Assis
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2012
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande (FURG)
Repositorio:Repositório Institucional da FURG (RI FURG)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.furg.br:1/4344
Acceso en línea:http://repositorio.furg.br/handle/1/4344
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Clorofila A
Hidrologia
Recifes de Arenito
Zona Costeira
Chlorophyll a
Hydrology
Sandstone reefs
Coastal zone
Descripción
Sumario:O ecossistema recifal de Serrambi, situado no litoral sul de Pernambuco, encontra-se constituído por recifes de arenito do tipo franja. A área recifal se destaca pela elevada produtividade, biodiversidade, pesca artesanal e atividades recreativas. Buscando avaliar as condições ambientais, analisou-se a distribuição sazonal e espacial da clorofila a e algumas variáveis ambientais. Foram realizadas coletas em três meses de cada período sazonal, em três pontos de coleta, na superfície, baixa-mar e preamar em maré de sizígia. A maioria dos parâmetros hidrológicos apresenta a diferença sazonal significativa devido a interferência da pluma do rio Sirinhaém, provocando aumento do material em suspensão, nutrientes e diminuindo salinidade, temperatura e transparência. De acordo com a ACP (Análise de Componentes Principais), pluviosidade foi a forçante física que mais interferiu no sistema, correlacionando-se diretamente com material particulado em suspensão, nitrato, silicato, fósforo e nitrito e inversamente com transparência, temperatura e salinidade. A clorofila a variou tanto espacial como sazonalmente (0,35 a 3,34 mg.m-3), havendo maior concentração no período chuvoso e a fração < 20μm (pico e nanoplâncton), foi a que mais contribuiu para a área. Os teores de clorofila a associados à elevada taxa de saturação de oxigênio e baixos teores de nutrientes, indicaram tratar-se de uma área ainda isenta de eutrofização.