A prostituição viril na ótica de um profissional do sexo

O fenômeno da prostituição não se configura como uma classe homogênea de comportamentos e/ou identidades sexuais e de gênero. Este estudo de caso, qualitativo-descritivo, teve por objetivo geral investigar as concepções sobre a prostituição sob o ponto de vista de quem realiza os programas. Os relat...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Teixeira Filho, Fernando Silva [UNESP], Maia, Ana Cláudia Bortolozzi [UNESP], Rebelo Júnior, Salvador Loureiro
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2013
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/125061
Acceso en línea:http://www.psicopedagogia.com.br/new1_artigo.asp?entrID=1631#.UjfB0CG5fDc
http://hdl.handle.net/11449/125061
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Prostituição viril
Homofobia
Sexualidade
Descripción
Sumario:O fenômeno da prostituição não se configura como uma classe homogênea de comportamentos e/ou identidades sexuais e de gênero. Este estudo de caso, qualitativo-descritivo, teve por objetivo geral investigar as concepções sobre a prostituição sob o ponto de vista de quem realiza os programas. Os relatos de um profissional do sexo foram obtidos por meio de entrevista e foram agrupados nas seguintes categorias temáticas: (1) Construção identitária e relações familiares, (2) Caracterização sobre a atividade da prostituição e (3) Aspectos sociais: reflexos do estigma e do preconceito. A análise evidencia uma relação conflituosa e ambivalente entre machismo, homofobia e construção da masculinidade na atividade da prostituição viril que se revela, na sociedade machista, circunscrita a um território recoberto pela vergonha, preconceito e homofobia.