População LGBTI, repúblicas e a institucionalização do preconceito na cidade de Ouro Preto : a violência como prática para aqueles tidos como “outros”.

O trabalho versa sobre as questões de LGBTIfobia e consequente falta de igualdade social e jurídica dessa população. Sua relevância se deve à condição de desrespeito sob a qual a minoria sobrevive, sendo marginalizada pela sociedade e tendo suas mortes frequentemente naturalizadas. A pretensão é ana...

Full description

Bibliographic Details
Authors: Bomfim, Rainer, Silva, Jéssica de Paula Bueno da, Bahia, Alexandre Gustavo Melo Franco de Moraes
Format: article
Status:Published version
Publication Date:2018
Country:Brasil
Institution:Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP)
Repository:Repositório Institucional da UFOP
Language:Portuguese
OAI Identifier:oai:repositorio.ufop.br:123456789/11287
Online Access:http://www.repositorio.ufop.br/handle/123456789/11287
https://doi.org/10.29293/rdfg.v5i02.227
Access Level:Open access
Keyword:LGBTIfobia
Universidade Federal de Ouro Preto
Autoridades
Tradição Republicana
LGBTIphobia
Description
Summary:O trabalho versa sobre as questões de LGBTIfobia e consequente falta de igualdade social e jurídica dessa população. Sua relevância se deve à condição de desrespeito sob a qual a minoria sobrevive, sendo marginalizada pela sociedade e tendo suas mortes frequentemente naturalizadas. A pretensão é analisar como o cenário se molda para manter tal população em situação de invisibilidade. Para tanto, faz-se um recorte para analisar a institucionalização do preconceito em universidades federais, neste caso a Universidade Federal de Ouro Preto. Apresenta-se a entrada do calouro e requisitos de aceitação para integrar as repúblicas federais de Ouro Preto; passa-se então a análise da institucionalização da LGBTIfobia e suas consequências paras as pessoas e, por fim, apresenta-se como e porque a invisibilização da diferença é tão efetiva. Trata-se de pesquisa sob o método jurídico-descritivo tendo como referência a concepção de igualdade como diversidade de Alexandre Bahia.