O cartaz #elenão como etiqueta comunicacional e de insurgência: Reflexões sobre agência e mobilizações em rede
Em setembro de 2018, o movimento #EleNão se difundiu pelos 27 distritos brasileiros e algumas cidades do exterior em protesto contra a agenda política do então candidato à presidência da República Jair Bolsonaro. Um cartaz de origem digital, amplamente difundido nas redes sociais e em materiais gráf...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual de Montes Claros (UNIMONTES) |
| Repositorio: | Revista Desenvolvimento Social (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.periodicos.unimontes.br:article/3319 |
| Acceso en línea: | https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/rds/article/view/3319 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Mobilização social Rede Insurgência Estética Mídia |
| Sumario: | Em setembro de 2018, o movimento #EleNão se difundiu pelos 27 distritos brasileiros e algumas cidades do exterior em protesto contra a agenda política do então candidato à presidência da República Jair Bolsonaro. Um cartaz de origem digital, amplamente difundido nas redes sociais e em materiais gráficos, com a vocalização "Ele Não" tornou-se a etiqueta de insurgência para a mobilização em rede. A proposta do trabalho foi refletir esta perspectiva considerando a enunciação de vocabulários, palavras de efeito e estéticas políticas nas mobilizações contemporâneas e suas possíveis relações com os sujeitos, sua agência e os espaços de mobilização reticulada. |
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