Utilização de biocamada metanotrófica como alternativa para redução de emissão de metano por aterros sanitários
O aproveitramento energético do biogás já é uma realidade em grandes aterros sanitários. No entanto, aterros pequenos, antigos ou lixões podem emitir biogás consideravelmente, porém em quantidades que inviabilizam economicamente o aproveitamento energético ou a queima de flares . Mesmo em aterros co...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2009 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFPE |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufpe.br:123456789/5411 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/5411 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Aterro sanitário Bactérias metanotróficas Biogás Biocamada oxidativa DGGE Resíduos sólidos |
| Sumario: | O aproveitramento energético do biogás já é uma realidade em grandes aterros sanitários. No entanto, aterros pequenos, antigos ou lixões podem emitir biogás consideravelmente, porém em quantidades que inviabilizam economicamente o aproveitamento energético ou a queima de flares . Mesmo em aterros com extração forçada de gases, uma grande quantidade de biogás escapa para a atmosfera através da cobertura. Recentemente têm-se estuddado camadas de cobertura não convencionais visando atuar como elemento redutor da emissão de Gases Estufa. A degradação microbiana pode ser utilizada como alternativa na redução do biogás emitido através dessas camadas em aterros sanitários . O objetivo deste trabalho foi estudar os materiais usados em camadas de coberturas de aterros sanitários do tipo convencional e em sistemas de biocamada oxidativa, como suporte para crescimento de micro-organismos metanotróficos, tentando relacionar as emissões de metano de cada camada e com suas características geotécnicas e microbiológicas. Para tanto, duas diferentes camadas de cobertura(solo compactado e mistura de solo composto) foram simuladas em caixas de fluxo. Também foram analisadas camadas de cobertura construídas e em funcionamento em uma célula de resíduos sólidos experimental, em cada piloto, construída para o aproveitamento energético do biogás, no Aterro da Muribeca- PE. A estrutura da comunidade foi avaliada através da técnica de semi-nested PCR/DGGE, com a utilização de iniciadores funcionais para as bactérias do grupo I e II de metanotróficas. Os resultados apresentaram uma diminuição da concentração volumétrica do metano e simultâneo aumento da concentração volumétrica de gás carbônico, o que indicou estar ocorrendo a oxidação biológica. A utilização da mistura de solo argiloso com composto orgânico mostrou-se viável como material suporte para a atividade metanotrófica, por manter uma umidade e porosidade adequadas, para que haja fluxo de metano necessário ao desenvolvimento desse grupo de bactérias. A técnica de DGGE foi capaz de indicar diferenças na estrutura dominante da comunidade bacteriana diferenciando a camada convencional da biocamada oxidativa. Além disso, foi possível verificar diferenças na estrutura de comunidade em profundidade em cada tipo de camada de cobertura |
|---|