Aspectos poéticos em Hiroshima mon amour de Marguerite Duras

Hiroshima mon amour é o filme de 1959, de Marguerite Duras e Alain Resnais que, sessenta anos depois, é ainda considerado inesgotável obra prima do cinema e da literatura. A partir da concepção de Humberto Eco (1971) sobre a “palavra poética” e do entendimento de Ricoeur (1983) que retoma Aristótele...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Kuntz, Maria Cristina Vianna
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Literatura e Sociedade (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/177027
Acceso en línea:https://revistas.usp.br/ls/article/view/177027
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Marguerite Duras
French literature
Literature and cinema
Poetic
Memory and horror
Literatura francesa
Literatura e cinema
Poética
Memória e horror
Descripción
Sumario:Hiroshima mon amour é o filme de 1959, de Marguerite Duras e Alain Resnais que, sessenta anos depois, é ainda considerado inesgotável obra prima do cinema e da literatura. A partir da concepção de Humberto Eco (1971) sobre a “palavra poética” e do entendimento de Ricoeur (1983) que retoma Aristóteles ao considerar o processo de representação como a atividade poética em si, neste trabalho, pretende-se mostrar aspectos da poética com que a autora trata a dimensão da memória e do horror, opondo-lhe uma relação de amor em que o “visível” leva ao “invisível” e abre-se para o “aberto” da escrita (cf. BLANCHOT, 1955, p. 185).