O transumanismo em Frankenstein de Mary Shelley e seus desdobramentos em Philip K. Dick e Max Barry
A tese aborda a presença do transumanismo na literatura de língua inglesa, notadamente na obra Frankenstein, de Mary Shelley. Embora publicada em 1818, esta obra se revela um marco na história da literatura por uma série de razões. Além de ser considerada por muitos estudiosos um dos primeiros roman...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.bdtd.uerj.br:1/5964 |
| Acceso en línea: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/5964 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Frankenstein Transhumanism Science Technology Ethics Transumanismo Ciência Tecnologia Ética Shelley, Mary Wollstonecraft, 1797-1851 Crítica e interpretação Shelley, Mary Wollstonecraft, 1797-1851. Frankenstein Literatura e ciência Literatura e tecnologia Literatura inglesa História e crítica Ficção científica História e crítica CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS |
| Sumario: | A tese aborda a presença do transumanismo na literatura de língua inglesa, notadamente na obra Frankenstein, de Mary Shelley. Embora publicada em 1818, esta obra se revela um marco na história da literatura por uma série de razões. Além de ser considerada por muitos estudiosos um dos primeiros romances do incipiente gênero da ficção científica, a consideramos uma obra igualmente importante por apresentar características que seriam percebidas nos séculos XX e XXI no que chamamos de transumanismo. Trata-se de um movimento intelectual e cultural que apoia o uso ético da tecnologia e das ciências para melhorar a condição humana. O cientista Victor Frankenstein, ao iniciar os seus estudos em Ingolstadt estava imbuído de tais princípios. Ao longo dos séculos seguintes as tecnologias colocadas à disposição do homem se aperfeiçoaram, mas as intenções de aprimoramento da qualidade de vida se mantiveram. A maquinização do corpo humano, sua ciborguização e busca pela longevidade e imortalidade passam a nortear as preocupações de novos autores, como nas obras estudadas de Philip K. Dick e Max Barry, Androides sonham com ovelhas elétricas? e Homem-Máquina. |
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