Extensão universitária no currículo das licenciaturas: inovação e relação de sentido DOI: 10.5212/OlharProfr.v.14i2.0010 - DOI: 10.5212/OlharProfr.v.14i2.0010

O presente trabalho apresenta uma discussão sobre a extensão universitária como elemento curricular na formação de professores, ressaltando seu papel na construção de saberes necessários ao exercício da docência, em uma perspectiva inovadora, a partir da concepção de inovação pedagógica desenvolvida...

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Detalles Bibliográficos
Autores: da Silva, Rosemary Ferreira, Silva Rosa, Marise Marçalina de Castro
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2012
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG)
Repositorio:Olhar de Professor (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:uepg.br:article/3352
Acceso en línea:https://revistas.uepg.br/index.php/olhardeprofessor/article/view/3352
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Palavras – chave
Extensão universitária
currículo
licenciaturas
saberes da docência
Descripción
Sumario:O presente trabalho apresenta uma discussão sobre a extensão universitária como elemento curricular na formação de professores, ressaltando seu papel na construção de saberes necessários ao exercício da docência, em uma perspectiva inovadora, a partir da concepção de inovação pedagógica desenvolvida por Carlos Nogueira Fino, que alia investigação e práticas pedagógicas. Utilizou-se como embasamento teórico a concepção de campo em Pierre Bourdieu, como forma de analisar o espaço social em que os currículos dos cursos de formação de professores são construídos, as relações entre os agentes construtores e a institucionalização do debate. Na análise da recategorização da extensão universitária como elemento curricular impulsionador da construção e desenvolvimento de relações de saber, buscou-se embasamento em Maurice Tardiff e Bernard Charlot. Essas relações, por sua vez, ao serem compreendidas como produções do universo da prática em sua multidimensionalidade, encaminham- se para a discussão efetivada por Angél Pérez Gomez, que atenta para os riscos de descontextualização a que a individualização das práticas pode incorrer. Conclui-se que o desenvolvimento de práticas extensionistas se estabelece como uma rede relacional em que os agentes articulam as demandas sociais e as proposições advindas dos saberes em construção, estabelecendo relações de sentido que se configuram como uma das estruturas dos mecanismos de produção, transmissão e difusão do capital cultural na formação docente.