Lead tolerance of water hyacinth (Eichhornia crassipes Mart. - Pontederiaceae) as defined by anatomical and physiological traits

Este estudo teve como objetivo verificar a tolerância do aguapé ao chumbo e verificar as modificações anatômicas e fisiológicas decorrentes. As plantas de aguapé foram cultivadas em solução nutritiva com cinco diferentes concentrações de chumbo sendo: 0,00; 0,50; 1,00; 2,00 e 4,00 mg L–1 por um perí...

Full description

Bibliographic Details
Authors: Pereira, Fabricio Jose, Castro, Evaristo Mauro de, Oliveira, Cynthia de, Pires, Marinês Ferreira, Pereira, Márcio Paulo, Ramos, Sílvio Junio, Faquin, Valdemar
Format: article
Status:Published version
Publication Date:2014
Country:Brasil
Institution:Universidade Federal de Lavras (UFLA)
Repository:Repositório Institucional da UFLA
Language:English
OAI Identifier:oai:repositorio.ufla.br:1/28629
Online Access:https://repositorio.ufla.br/handle/1/28629
Access Level:Open access
Keyword:Water hyacinth – Effect of lead
Plants – Anatomy
Plants – Physiology
Heavy metals
Aguapé – Efeito do chumbo
Plantas – Anatomia
Plantas – Fisiologia
Metais pesados
Description
Summary:Este estudo teve como objetivo verificar a tolerância do aguapé ao chumbo e verificar as modificações anatômicas e fisiológicas decorrentes. As plantas de aguapé foram cultivadas em solução nutritiva com cinco diferentes concentrações de chumbo sendo: 0,00; 0,50; 1,00; 2,00 e 4,00 mg L–1 por um período de 20 dias. Foram avaliadas a fotossíntese, transpiração, condutância estomática e a razão Ci/Ca aos 15 dias decorridos do início do experimento. Ao final do experimento, as modificações anatômicas nas raízes e folhas além da atividade das enzimas do sistema antioxidante foi avaliada. A fotossíntese e a razão Ci/Ca aumentaram em todos os tratamentos com chumbo. A análise da anatomia foliar não demonstrou nenhuma evidência de efeitos tóxicos mas demonstrou modificações nos estômatos e na espessura do parênquima esponjoso na presença de chumbo. De forma semelhante, a anatomia das raízes não demonstrou nenhum efeito tóxico mas o xilema e floema, bem como as barreiras apoplásticas demonstraram modificações favoráveis. Todas as enzimas do sistema antioxidante demonstraram aumento na atividade nas folhas e algumas modificações nas raízes em função da presença de chumbo. Portanto, a tolerância ao chumbo do aguapé está relacionada com modificações anatômicas e fisiológicas como o aumento da fotossíntese e modificações anatômica que aumentam a capacidade de captação de CO2 e a condutividade hidráulica.