Speech-language therapy offer and primary health care in Brazil : an analysis based on socioeconomic development

Objetivo: Descrever a presença de fonoaudiólogos na atenção primária à saúde (APS) no Brasil e sua associação com desigualdades socioeconômicas. Método: Estudo transversal com 17.157 serviços de APS em todos os estados brasileiros. Com base no Questionário de Avaliação Externa do NASF utilizou-se o...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Rech, Rafaela Soares, Hugo, Fernando Neves, Goulart, Bárbara Niegia Garcia de, Schmidt, Jeanne Gabriele, Hilgert, Juliana Balbinot
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/194793
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/194793
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Atenção primária à saúde
Fonoaudiologia
Atuação do fonoaudiólogo
Primary health care
Speech, language and hearing sciences
Public health
Family health
Unified health system
Descripción
Sumario:Objetivo: Descrever a presença de fonoaudiólogos na atenção primária à saúde (APS) no Brasil e sua associação com desigualdades socioeconômicas. Método: Estudo transversal com 17.157 serviços de APS em todos os estados brasileiros. Com base no Questionário de Avaliação Externa do NASF utilizou-se o subitem “fonoaudiólogo” para a resposta à pergunta “Que profissionais do NASF apóiam seu serviço de APS?”, além disso utilizou-se dados contextuais (população regional, número de fonoaudiólogos registrados, número de faculdades de fonoaudiologia, IDH da cidade e Índice Gini). Resultados: De todos os serviços de APS apoiados pelo NASF, 50,8% (871.317.157) tem o fonoaudiólogo como parte da equipe. A região Sudeste do Brasil tem a maior prevalência de fonoaudiólogo na equipe (57,4%; 5.575). A região Sul tem a menor prevalência (28,9%; 625). A presença do suporte fonoaudiológico é diretamente proporcional ao estrato IDH e ao índice de Gini (médio e alto). Conclusão: Existe uma importante limitação na oferta dos serviços fonoaudiológicos públicos no Brasil.