A construção de uma expografia para o Museu de Geociências do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo
Essa pesquisa foi estruturada para refletir sobre a construção de uma expografia de forma participativa, particularmente as condições para o desenvolvimento de exposições sobre temas científicos voltados a públicos não acadêmicos. O lócus do estudo é o Acervo de Minerais e Rochas do Instituto de Geo...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-29102015-162559 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/103/103131/tde-29102015-162559/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Expografia Expography Geociências e Museus Geosciences and Museums Museu e Universidade Museum and University Participatory-action Research Pesquisa-ação Participativa |
| Sumario: | Essa pesquisa foi estruturada para refletir sobre a construção de uma expografia de forma participativa, particularmente as condições para o desenvolvimento de exposições sobre temas científicos voltados a públicos não acadêmicos. O lócus do estudo é o Acervo de Minerais e Rochas do Instituto de Geociências, dedicado à pesquisa e ao ensino relacionado às Geociências na Universidade de São Paulo. Este Acervo, criado em 1934 para as aulas práticas de geologia e química, foi aberto nos anos 1990 para visitação pública e é conhecido como Museu de Geociências. Embora o museu tenha passado por mudanças consideráveis em termos de vínculo institucional e perfil de visitantes ao longo do tempo, essas mudanças não se refletiram na expografia, que continua a exibir terminologia acadêmica e retórica classificatória de mineralogia. Acreditamos que isso provoque o que Ulpiano Bezerra de Meneses descreve como fetichização dos objetos, mistificando-os. Com a finalidade de aproximar a sociedade deste museu, planejamos um processo de desenvolvimento conceitual da expografia no qual os sujeitos da pesquisa, funcionários do museu, têm participação ativa, usando o plano museológico como ferramenta de reflexão. Por isso, o objetivo geral desta pesquisa é refletir sobre as potencialidades da reformatação da expografia por meio da pesquisa-ação participativa no Museu de Geociências do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo e os objetivos específicos são refletir sobre a contribuição do plano museológico para a reformatação da expografia, desvelar como transmitir conhecimentos de Geociências para o público não acadêmico a partir do acervo do museu e construir conhecimento a partir de uma práxis. Esperamos, com esta pesquisa, discutir sobre metodologia em museus, particularmente em processos expográficos de museus científicos e aspectos da exposições em termos de comunicação, e problematizar o método de trabalho de concepção de exposições em museus contemporâneos. |
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